Fundada em 1895 pelo Comendador Antônio Manoel da Costa e seu sócio, Sebastião Teixeira Brandão, a usina foi um dos grandes pilares industriais da região. No auge de sua produção, a unidade alcançou a impressionante marca de moagem de 200 toneladas de cana em apenas 24 horas.
A logística da usina era avançada para a época: contava com 4 km de linha férrea e diversos ramais que a interligavam a outros complexos industriais e à ferrovia Leopoldina. Esse sistema permitia o escoamento direto do açúcar produzido para o Rio de Janeiro.
No início do século XX, a usina consolidou-se como a segunda maior do setor, destacando-se pela modernidade técnica, que incluía: Maquinário com motores a vapor de 37 cavalos; alambique próprio e sistema de destilação de álcool; oficina mecânica para manutenção interna e fornecimento de energia elétrica, o que lhe dava grande autonomia.
Sua última safra foi no ano de 1976. A usina está associada ao Solar de Santo Antônio, que hoje abriga o Asilo do Carmo.
Tombamento Municipal | COPPAM
Resolução Nº 005, 21 de maio de 2013.
FOTOS [42.1] [42.2]
Fonte:
[42.1] Acervo Officina de Estudos do Patrimônio Cultural
[41.2] WIKIPÉDIA [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Usina_Santo_Antônio.jpg]

