As cheias do Paraíba do Sul, impuseram a necessidade de se erguer uma muralha para evitar que a fúria das águas invadisse a cidade nos períodos das fortes chuvas e das cheias. Já existia uma muralha para evitar o derrubamento de suas margens pela ação das águas, em 1833, ao parecer ineficiente. Dez anos depois nova muralha havia sido erguida levando à desapropriação de 31 casas (que possuíam fundos para o rio), mas manteve os 5 trapiches que ainda estavam em funcionamento neste período. A construção da muralha foi lenta, onerosa e carente de um verdadeiro empenho por parte do poder municipal e da população.
Para além do trecho urbano (toda a orla da Av. XV de Novembro e Av. Bartholomeu Lyzandro em Guarus, desde a ponte General Dutra até a ponte Juscelino Kubitschek) e a partir da década de 1940, a muralha se prolonga paralela à RJ-158, no âmbito do programa do DNOS na região.
Tombamento Municipal | COPPAM
Resolução Nº 001, publicado no Diário Oficial em 27 de dezembro de 2011.
FOTOS [40.1]
Fonte:
[40.1] IBGE [https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445102] Cultural
[40.2] Campos dos Goytacazes em Fotos [https://camposfotos.blogspot.com/2011/03/campos-dos-goytacazes-rj-em-fotos.html]
[40.3] e [40.4] Acervo Digital Officina de Estudos do Patrimônio



