Edifício construído por José Martins Pinheiro, Barão da Lagoa Dourada, entre 1861-1864. O Barão, além de fazendeiro, foi juiz de paz e vereador na cidade. O edifício se destaca no conjunto arquitetônico da praça Barão do Rio Branco em austero estilo eclético. O interior da edificação com rica decoração abriga um imponente salão principal instalado no segundo andar que se destaca por ser ligeiramente avançado do restante do edifício. Na parte inferior está a entrada principal com acesso às carruagens. Em 1884 o edifício foi adquirido em hasta pública, por uma associação de cidadãos para abrigar o Liceu de Humanidades, sendo deste então um importante estabelecimento de ensino, hoje pertencente ao sistema estadual de educação.
Tombamento provisório pelo INEPAC em 19/12/1982
Tombamento definitivo pelo INEPAC em 27.01.1988
Processo no. E-03/200.098/1981
Fonte:
[6.1] Acervo Digital Officina de Estudos do Patrimônio Cultural
[6.2] Acervo do Liceu de Humanidades de campos
[6.3] [6.4] Fotografia Avelino Ferreira
Referências.
Martinez, S. A. et al. Arquitetura, Escola e Memória: o edifício do Liceu de Humanidades de Campos. Cadernos de História da Educação, no. 5, jan./dez. 2006, p. 161-174 [https://seer.ufu.br/index.php/che/article/view/408/389]



